Documento
Coleções e subcoleções temáticas
História indígena e do indigenismo no Sul e Extremo Sul da Bahia > Territórios da retomada Pataxó
Gênero do documento
Imagético
Autoria
Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo - APOINME | Articulação dos Povos Indígenas do Brasil - APIB | Associação Indígena Pataxó Aldeia Kaí - AIPAK | Conselho Indigenista Missionário - CIMI | Federação Indígena das Nações Pataxó e Tupinambá do Extremo Sul da Bahia - FINPAT
Título
Privatização de praias gera autodemarcação Pataxó no T.I. Comexatibá.
Local de produção
Data
12/08/2025
Período ou ano do documento
Século 21 > Década 2020 > 2025
Espécie e tipo de documento imagético
Povo(s), etnia(s) e/ou grupo(s) social(is) referido(s) no documento
Localidade(s) referida(s) no documento
Prado > Cumuruxatiba > Terra Indígena Comexatibá (Cahy-Pequi) > Aldeia Kaí
Palavras-chave
Prado > Terra Indígena Comexatibá > Aldeia Kaí | Retomada > Autodemarcação | Laboratório Etnoterritorial do Sul da Bahia > Monitoramento de conflitos em Terras Indígenas
Referência e/ou procedência do documento
Canal Instagram FINPAT Oficial
https://www.instagram.com/p/DNRQkaNOTbY/?utm_source=ig_web_copy_link
Resumo
Resistência Pataxó na Terra Indígena Comexatibá: Comunidade enfrenta ameaças e violência em defesa de seu território
A Comunidade Pataxó da Aldeia Kaí, localizada no sul da Bahia, vive uma escalada de conflitos após recuperar o acesso às praias e caminhos tradicionais que haviam sido ilegalmente bloqueados por supostos proprietários. Nos últimos meses, a região tem sido palco de perseguições, intimidações e episódios de violência armada contra os indígenas.
Segundo relatos das lideranças, antigas estradas, áreas de passagem e pontos de pesca foram fechados por grupos ligados à grilagem e à especulação imobiliária, com o objetivo de privatizar praias, como Imbassaúba, desconsiderando os direitos originários das comunidades pesqueiras sobre o território.
Sequência de ataques tem amedrontado a comunidade. Homens armados foram até as residências de lideranças indígenas e, poucos dias depois, um grupo de mulheres sofreu um ataque a tiros por indivíduos encapuzados, provocando pânico e desespero. As ameaças e ações hostis seguem colocando em risco a segurança das famílias locais.
A comunidade realizou a autodemarcação do território, buscando garantir o livre acesso ao mar e impedir a privatização das praias. As lideranças alertam para a necessidade de apoio e solidariedade para fortalecer a resistência.
Para colaborar, são aceitas doações que visam proteger o território contra invasões ilegais, assegurar a segurança das famílias e defender os direitos tradicionais ao mar e às praias.
Demarcação já! Direito que garante a segurança, vida, cultura e futuro!



