Documento
Coleções e subcoleções temáticas
História indígena e do indigenismo no Sul e Extremo Sul da Bahia > História indígena no Sul e Extremo Sul da Bahia
Gênero do documento
Textual
Espécie e tipo de documento textual
Publicação online (posts - notícia online - etc)
Autoria
Título
“Invasão Zero”: como milícias rurais ensinam táticas violentas contra indígenas e sem terras
Local de produção
Data
16/06/2025
Período ou ano do documento
Século 21 > Década 2020 > 2025
Tipo de Publicação online
Povo(s), etnia(s) e/ou grupo(s) social(is) referido(s) no documento
Assentados rurais | Comunidades quilombolas | Comunidades rurais | Diversos povos indígenas do Brasil | Pataxó Hã-Hã-Hãe | Sem-terra
Localidade(s) referida(s) no documento
Bahia | Brasil | Ceará | Espírito Santo | Goiás | Maranhão | Mato Grosso do Sul | Pará | Pernambuco | Santa Catarina | Terra Indígena Caramuru Paraguassu
Palavras-chave
Movimento Invasão Zero > Abril Amarelo | Comissão Pastoral da Terra - CPT | Maria de Fátima Muniz (Nega Pataxó) | Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - MST | Organização das Nações Unidas - ONU | Organização dos Estados Americanos - OEA
Referência e/ou procedência do documento
Portal Hora do Povo
https://horadopovo.com.br/invasao-zero-como-milicias-rurais-ensinam-taticas-violentas-contra-indigenas-e-sem-terras/
Resumo
Investigado pela Polícia Federal por suspeita de formação de milícia, o Movimento Invasão Zero defende uma “autodefesa armada” e ensina como realizar ataques contra vulneráveis sem gerar provas. O movimento fascista recebe apoio de parlamentares da extrema direita e intensifica ofensiva contra a reforma agrária. As informações são da agência de jornalismo investigativo Repórter Brasil.


