Documento
Coleções e subcoleções temáticas
História indígena e do indigenismo no Sul e Extremo Sul da Bahia > História indígena no Sul e Extremo Sul da Bahia
Gênero do documento
Textual
Espécie e tipo de documento textual
Publicação não seriada (Livro - Capítulo de livro - Catálogo - Apostila - etc)
Autoria
Felipe Bannitz de Paula Machado | Fernando (Fedola) L. B. Vianna | Instituto Socioambiental - ISA | Jean-François Timmers | Maíza Ferreira de Andrade | Paulo Cezar Mendes Ramos | Renato Paes da Cunha | Sheila Brasileiro
Título
Os Pataxó e o Monte Pascoal
Local de produção
Data
2004
Período ou ano do documento
Século 21 > Década 2000 > 2004
Instituição produtora e/ou órgão responsável
Tipo de Publicação não seriada
Título da publicação não seriada
Terras Indígenas & Unidades de Conservação da natureza: o desafio das sobreposições
Nome dos organizador(es) da publicação
Editora
Instituto Socioambiental - ISA
Número de páginas da publicação
55
Página inicial-página final do capítulo da publicação
161-215
Povo(s), etnia(s) e/ou grupo(s) social(is) referido(s) no documento
Localidade(s) referida(s) no documento
Terra Indígena Barra Velha do Monte Pascoal > Monte Pascoal | Porto Seguro > Parque Nacional e Histórico do Monte Pascoal | Terra Indígena Barra Velha do Monte Pascoal
Palavras-chave
Adailton Pereira Brás | Adenílson da Conceição | Conflito > Conflito fundiário | Conflito > Conflito socioambiental | Edvaldo Brás | Fogo de 51 | Gestão compartilhada | João Brás | Joel Braz | José Ferreira | José Raimundo | Mata Atlântica
Referência e/ou procedência do documento
Resumo
Os textos analisam a complexa relação entre o povo Pataxó e a gestão do Parque Nacional do Monte Pascoal, no extremo-sul da Bahia, marcada por décadas de disputa territorial e conflitos socioambientais. As fontes detalham o histórico de espoliação de terras indígenas para a criação de unidades de conservação, resultando em marginalização social e precariedade econômica para as comunidades locais. Especialistas e lideranças discutem a validade dos acordos de co-gestão e gestão compartilhada, que buscam conciliar a proteção da biodiversidade da Mata Atlântica com os direitos tradicionais e a autonomia indígena.


