Documento
Coleções e subcoleções temáticas
História indígena e do indigenismo no Sul e Extremo Sul da Bahia > História indígena no Sul e Extremo Sul da Bahia
Gênero do documento
Textual
Espécie e tipo de documento textual
Trabalho acadêmico
Autoria
Título
Os Sertões em movimento: sertanistas, indígenas e escravidão na Bahia Colonial 1651-1720
Data
2021
Período ou ano do documento
Século 17 > Década 1650 > 1651 | Século 17 > Década 1650 | Século 17 > Década 1660 | Século 17 > Década 1670 | Século 17 > Década 1680 | Século 17 > Década 1690 | Século 18 > Década 1700 | Século 18 > Década 1710 | Século 18 > Década 1720
Instituição produtora e/ou órgão responsável
Universidade Federal da Bahia > Programa de Pós-Graduação em História
Tipo de trabalho acadêmico
Número de folhas do trabalho acadêmico
363 fls
Povo(s), etnia(s) e/ou grupo(s) social(is) referido(s) no documento
Palavras-chave
Bahia colonial | Escravidão | Fronteira | História indígena | Sertanismo
Referência e/ou procedência do documento
Universidade Federal da Bahia
https://repositorio.ufba.br/handle/ri/36894
Resumo
O tema desta tese é a itinerância pelos sertões da Bahia colonial, processo arquitetado com muito cuidado pela Coroa portuguesa com o objetivo de aumentar a fronteira territorial, incorporando os povos indígenas ao projeto colonial. Seu eixo de estudos abrange as expedições que adentraram o interior, partindo da Capitania de Ilhéus e das vilas do Recôncavo baiano durante a segunda metade do século XVII e primeira metade do XVIII, culminando no encontro das minas de Rio de Contas, de Jacobina, na exploração do salitre, na escravização de inúmeros grupos indígenas e na abertura de vários caminhos, ligando o litoral ao interior. As possibilidades de reflexão que se pretendeu abrir com essa pesquisa não se encerraram nas “guerras (in)justas”, permitiu-nos pensar também a legislação, a estrutura fundiária e os homens que percorreram essa região, tornando-se as autoridades locais, muitas vezes com força e privilégios para questionar as ações do Rei, fazendo valer suas demandas em um universo controlado por quem possuía mais capacidade de reagrupar mão de obra armada sob seu comando.

