Documento
Anexos
Cacique-Joel-Braz-_Eu-vou-morrer-aqui__-Carta-de-cacique-preso-inspira-denuncia-de-criminalizacao-de-Pataxos
Coleções e subcoleções temáticas
Gênero do documento
Textual
Espécie e tipo de documento textual
Publicação online (posts - notícia online - etc)
Autoria
Título
“Eu vou morrer aqui”: Carta de cacique preso inspira denúncia de criminalização de Pataxós
Local de produção
Data
08/05/2026
Período ou ano do documento
Instituição produtora e/ou órgão responsável
Tipo de Publicação online
Nome do website ou da rede social
Agência Pública
Povo(s), etnia(s) e/ou grupo(s) social(is) referido(s) no documento
Localidade(s) referida(s) no documento
Palavras-chave
Referência e/ou procedência do documento
Resumo
A reportagem da Agência Pública relata o caso do cacique Pataxó Joel Braz dos Santos, preso preventivamente desde dezembro de 2025 no presídio de Teixeira de Freitas. Em cartas enviadas à família e a apoiadores, Joel denuncia graves problemas de saúde, condições precárias de detenção e falta de atendimento médico, chegando a afirmar: “Se vocês não fizerem nada, eu vou morrer aqui”.
A matéria destaca que lideranças indígenas e a Defensoria Pública da União (DPU) consideram o caso parte de um processo mais amplo de criminalização dos povos Pataxó no sul e extremo sul da Bahia, especialmente em áreas de conflito fundiário como as Terras Indígenas Barra Velha do Monte Pascoal e Comexatibá.
Segundo a DPU, houve aumento expressivo de processos criminais envolvendo indígenas na região: apenas nos primeiros meses de 2026 já foram registrados mais casos do que em todo o ano anterior. O órgão aponta indícios de um padrão de repressão caracterizado por prisões preventivas, acusações sem individualização de condutas e dificuldades de acesso da defesa aos autos.
A reportagem informa ainda que uma carta-denúncia elaborada por lideranças Pataxó foi encaminhada ao Conselho Nacional de Justiça, denunciando violações de direitos, violência contra comunidades indígenas e a perseguição de lideranças associadas às retomadas territoriais.
A matéria destaca que lideranças indígenas e a Defensoria Pública da União (DPU) consideram o caso parte de um processo mais amplo de criminalização dos povos Pataxó no sul e extremo sul da Bahia, especialmente em áreas de conflito fundiário como as Terras Indígenas Barra Velha do Monte Pascoal e Comexatibá.
Segundo a DPU, houve aumento expressivo de processos criminais envolvendo indígenas na região: apenas nos primeiros meses de 2026 já foram registrados mais casos do que em todo o ano anterior. O órgão aponta indícios de um padrão de repressão caracterizado por prisões preventivas, acusações sem individualização de condutas e dificuldades de acesso da defesa aos autos.
A reportagem informa ainda que uma carta-denúncia elaborada por lideranças Pataxó foi encaminhada ao Conselho Nacional de Justiça, denunciando violações de direitos, violência contra comunidades indígenas e a perseguição de lideranças associadas às retomadas territoriais.



