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TERRITÓRIO SAGRADO_ EXÍLIO, DIÁSPORA E RECONQUISTA KRENAK NO VALE DO RIO DOCE, RESPLENDOR, MG
Coleções e subcoleções temáticas
Gênero do documento
Textual
Espécie e tipo de documento textual
Publicação seriada (Artigo de periódico - artigo de jornal - reportagem de revista - etc)
Autoria
Título
Território sagrado: Exílio, diáspora e reconquista krenak no vale do rio doce, resplendor, MG
Local de produção
Data
2013
Período ou ano do documento
Instituição produtora e/ou órgão responsável
Tipo de Publicação seriada
Título da publicação seriada
Boletim Goiano de Geografia, vol. 33, núm. 1, enero-abril, 2013, pp. 11-25
Seriação
33
Página inicial- página final da publicação
11-25
Povo(s), etnia(s) e/ou grupo(s) social(is) referido(s) no documento
Localidade(s) referida(s) no documento
Palavras-chave
Resumo
Os Krenak, remanescentes dos antigos botocudos, passaram por várias investidas governamentais que pretendiam a eliminação ou a civilização dos nativos. As primeiras ações do Estado foram fundamentadas na edição da Carta Régia de 1808, que estabeleceu as Divisões Militares do rio Doce com o intuito de ocupar demograficamente este território e eliminar os botocudos, tidos como um entrave para o crescimento econômico da região. Esta política, iniciada ainda no período colonial e intensificada no Segundo Reinado, não obteve o sucesso pretendido e o vale do rio Doce passou a ter uma ocupação demográfica significativa após a implantação da Estrada de Ferro Vitória-Minas (EFVM), na década de 1910. Este artigo discute a construção do território Krenak, em Resplendor/MG, no vale do rio Doce, tendo como base os exílios, as diásporas e a reconquista, ocorridos entre 1958 e 1997. Abordaremos, por um lado, a ação efetuada pelo extinto Serviço de Proteção ao Índio (SPI) e pela Funai com o objetivo desterritorializar os indígenas. Por outro lado, trataremos o mesmo processo na perspectiva dos indígenas, enfocando os vínculos sagrados estabelecidos com os elementos da natureza e sua influência na constituição de um território sagrado para os Krenak. Palavras-chave: território sagrado, território Krenak, história Krenak.



