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Territórios recortados, políticas fragmentadas_ a experiência da Assistência Social entre os índios Pataxó, Bahia
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Gênero do documento
Textual
Espécie e tipo de documento textual
Publicação seriada (Artigo de periódico - artigo de jornal - reportagem de revista - etc)
Autoria
Título
Territórios recortados, políticas fragmentadas: a experiência da Assistência Social entre os índios Pataxó, Bahia
Local de produção
Data
2016
Período ou ano do documento
Instituição produtora e/ou órgão responsável
Tipo de Publicação seriada
Seriação
Vol. 3, N. 6.
Página inicial- página final da publicação
211-227
Povo(s), etnia(s) e/ou grupo(s) social(is) referido(s) no documento
Localidade(s) referida(s) no documento
Palavras-chave
Referência e/ou procedência do documento
ACENO, Vol. 3, N. 6, p. 211-227. Ago. a Dez. de 2016. ISSN: 2358-5587. Cosmologias, territorialidades e políticas de quilombolas e de povos tradicionais (dossiê).
Resumo
Pretende-se problematizar a relação do povo indígena Pataxó (sul da Bahia) com a política pública de Assistência Social (AS). Para tanto, a análise incidirá sobre o trabalho social dos Centros de Referência em Assistência Social (CRAS) das cidades de Prado e Porto Seguro, que abarcam territórios reconhecidos pelo Estado como “Terra Indígena” e outras áreas categorizadas pelos indígenas como de “retomada”. Os CRAS são unidades estatais descentralizadas formalmente responsáveis pela organização e oferta dos serviços socioassistenciais cujo objetivo é prevenir a ocorrência de situações de vulnerabilidades e riscos sociais em seus respectivos territórios de abrangência. Ocorre que as noções indígenas de território têm pouca (ou nula) incidência na efetivação desta política pública, comprometendo os direitos à autonomia e protagonismo dos chamados “usuários”, contrariando a Constituição Federal e a legislação infraconstitucional. A apresentação tem como base dados coletados durante trabalho de campo realizado, no ano de 2014, para o Governo Federal.



