Documento
Gênero do documento
Imagético
Título
Emergência indígena: Terra Indígena Comexatibá é alvo de reintegração de posse na Bahia
Local de produção
Data
21/08/2025
Período ou ano do documento
Espécie e tipo de documento imagético
Povo(s), etnia(s) e/ou grupo(s) social(is) referido(s) no documento
Localidade(s) referida(s) no documento
Palavras-chave
Referência e/ou procedência do documento
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Resumo
ATENÇÃO!!
O Tribunal de Justiça da Bahia concedeu liminar em favor da Construtora Horto Ltda para reintegração de posse da área conhecida como fazenda “Conjunto Pero Vaz”, em Prado (BA), no sul da Bahia. A decisão autoriza o uso de força policial e prevê multa diária em caso de descumprimento.
Lideranças indígenas da região afirmam que a decisão ignora que a área faz parte da Terra Indígena Comexatibá. Além disso, elas afirmam que o suposto proprietário adquiriu o território somente em maio de 2025, após a delimitação da Terra Indígena.
A comunidade vive uma escalada de conflitos após recuperar o acesso às praias e caminhos tradicionais que haviam sido bloqueados ilegalmente por supostos proprietários ligados à grilagem e à especulação imobiliária. Entre as áreas ameaçadas está a praia de Imbassaúba, alvo de tentativas de privatização que desconsideram os direitos originários e a história das comunidades pesqueiras.
Apoie a luta dos povos indígenas doando através do site http://www.apiboficial.org/apoie/ .
Siga @apiboficial e nossas organizações regionais indígenas de base para fortalecer a luta dos povos indígenas: @apoinme_brasil | @coiabamazonia | @arpinsuloficial | @cons.terena | @atyguasu | @yvyrupa.cgy | @arpinsudestesprj
#MarcoAncestral
#DemarcaçãoJá
#DemarcaçãoÉDemocracia
O Tribunal de Justiça da Bahia concedeu liminar em favor da Construtora Horto Ltda para reintegração de posse da área conhecida como fazenda “Conjunto Pero Vaz”, em Prado (BA), no sul da Bahia. A decisão autoriza o uso de força policial e prevê multa diária em caso de descumprimento.
Lideranças indígenas da região afirmam que a decisão ignora que a área faz parte da Terra Indígena Comexatibá. Além disso, elas afirmam que o suposto proprietário adquiriu o território somente em maio de 2025, após a delimitação da Terra Indígena.
A comunidade vive uma escalada de conflitos após recuperar o acesso às praias e caminhos tradicionais que haviam sido bloqueados ilegalmente por supostos proprietários ligados à grilagem e à especulação imobiliária. Entre as áreas ameaçadas está a praia de Imbassaúba, alvo de tentativas de privatização que desconsideram os direitos originários e a história das comunidades pesqueiras.
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