Documento
Coleções e subcoleções temáticas
Gênero do documento
Imagético
Autoria
Título
Animação protagonizada por indígenas Tupinambá aborda tecnologia e reconexão com a natureza
Local de produção
Data
23/08/2025
Período ou ano do documento
Espécie e tipo de documento imagético
Povo(s), etnia(s) e/ou grupo(s) social(is) referido(s) no documento
Localidade(s) referida(s) no documento
Palavras-chave
Referência e/ou procedência do documento
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Resumo
Cinema 🎬
Em uma aldeia indígena adormecida pelas telas dos celulares, o brilho da lua está quase extinto. Mas é a sabedoria dos anciãos e a força do Pajé que acendem uma nova jornada de reconexão, um redespertar coletivo. Este é o enredo da animação O Canto da Lua, uma obra que tem roteiro de criação coletiva dos Tupinambá de Olivença, povo indígena que habita a região sul da Bahia, direção de Sebastian Gerlic e apresenta uma reflexão sobre o uso das tecnologias digitais, a desconexão da humanidade e o respeito a natureza.
O Canto da Lua é fruto de oficinas para criação coletiva de histórias promovidas pela ONG Thydêwá. Com protagonismo indígena em todas as etapas, a narrativa ganhou vida a partir da escrita colaborativa, passou pela adaptação do roteiro para o formato de curta-metragem, foi encenada na própria aldeia com os participantes e, por fim, transformada em animação, unindo a beleza da imagem em movimento à força das culturas originárias.
Saiba mais no #BrasildeFatoBA 📲 Link na bio.
Em uma aldeia indígena adormecida pelas telas dos celulares, o brilho da lua está quase extinto. Mas é a sabedoria dos anciãos e a força do Pajé que acendem uma nova jornada de reconexão, um redespertar coletivo. Este é o enredo da animação O Canto da Lua, uma obra que tem roteiro de criação coletiva dos Tupinambá de Olivença, povo indígena que habita a região sul da Bahia, direção de Sebastian Gerlic e apresenta uma reflexão sobre o uso das tecnologias digitais, a desconexão da humanidade e o respeito a natureza.
O Canto da Lua é fruto de oficinas para criação coletiva de histórias promovidas pela ONG Thydêwá. Com protagonismo indígena em todas as etapas, a narrativa ganhou vida a partir da escrita colaborativa, passou pela adaptação do roteiro para o formato de curta-metragem, foi encenada na própria aldeia com os participantes e, por fim, transformada em animação, unindo a beleza da imagem em movimento à força das culturas originárias.
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